Meu nome é Jeilan e fui transplantado recentemente, e tive complicações no meu transplante, passei três meses e 20 dias internado após a cirurgia, tive que me submeter a outra cirurgia para reimplanterem meu ureter que ficou danificado e fiquei 18 dia com sonda e notei que tive uma diminuição no meu volume urinário, queria saber se isto é normal?
Resposta: Dra. Maria Aparecida Pachaly.
Prezado Jeilan:
Para saber se esta diminuição está relacionada com a função do seu enxerto, você deve verificar com o nefrologista que o acompanha, se sua creatinina e ecografia estão bem. Como você passou por cirurgias, é necessário avaliar estes dados para ter uma melhor idéia do que está ocorrendo.
Um abraço,
Maria Pachaly
segunda-feira, 29 de março de 2010
Fila dos transplantes em Santa Catarina anda mais rápida!!!
EM SC O TRANSPLANTE É MAIS RÁPIDO
Cada vez mais os doentes renais do Paraná têm procurado atendimento em Santa Catarina para a realização do transplante. Filas menores e um sistema mais eficiente de captação de órgãos são as causas desta migração. Para cada doente renal que aguarda transplante em Santa Catarina, há nove pacientes do Paraná. O volume de doações é três vezes maior e a fila oito vezes menor.
Como exemplo o jornal Gazeta do Povo (PR) cita em reportagem de 27/07/2009 o caso de um empresário que após cinco anos de espera por um transplante renal, buscou atendimento em Santa Catarina e recebeu o órgão em menos de nove meses. João Batista do Amaral, 52 anos, morador em Paranaguá é um destes casos. Ele procurou a Fundação Pró-Rim, em Joinville, para acelerar o processo e é transplantado há quase 15 anos.
O programa de transplantes é nacional e, conseqüentemente, pago pelo Sistema Único de Saúde – SUS. Portanto, não há irregularidade em trocar de fila, desde que o paciente permaneça em apenas uma delas.
A Central de Captação de Órgãos de Santa Catarina é modelo no Brasil. Adota o sistema semelhante ao espanhol, considerado o mais eficiente do mundo. As equipes recebem treinamento intensivo sobre diagnóstico de morte encefálica e abordagem familiar. Todo esse conjunto de ações faz a fila andar mais rápido.
PRÓ-RIM ATINGE A MARCA DE 800 TRANSPLANTES RENAIS
A Fundação Pró-Rim realizou no dia 17 de março, no Hospital Municipal São José de Joinville o transplante de número 800. O receptor é de Joinville e fazia sessões de hemodiálise no Hospital Regional Hans Dieter Schmidt. Ele entrou na lista de espera do transplante no começo deste mês.
A doação ocorreu por gesto de boa vontade de uma família, na hora da perda do ente-querido, destacam os médicos que realizaram a cirurgia. A Fundação Pró-Rim é líder e pioneira nos transplantes renais em Santa Catarina. O primeiro transplante aconteceu em 1978.
A Fundação Pró-Rim é líder e pioneira nos transplantes renais em Santa Catarina. Está ranqueada como a sétima instituição transplantadora do País. Os transplantes realizados pela Fundação Pró-Rim têm sobrevida superior a países como Japão e Estados Unidos. Geralmente, as cirurgias acontecem no Hospital Municipal São José, em Joinville (SC).
O número de transplantes cresce consideravelmente a cada ano, na Fundação pró-Rim. O primeiro transplante realizado pela instituição foi em 1978, em Joinville. Ao longo dos dez primeiros anos foram apenas 100 transplantes. Neste ano, já atingiu a marca de 800 intervenções.
A Fundação Pró-Rim possui equipe cirúrgica para a realização de transplante de rim e de pâncreas. Esta equipe é composta por médicos cirurgiões, urologistas e nefrologistas treinados no país e no exterior. Conta com um ambulatório de transplante voltado a pacientes que necessitam ou realizaram transplantes renais e de pâncreas, este ambulatório é composto por médicos cirurgiões, urologistas e nefrologistas treinados no país e no exterior, bem como por uma equipe multidisciplinar que abrange enfermeira, psicóloga, nutricionista e assistente social.
O objetivo deste ambulatório divide-se em duas fases:
- Período pré-transplante: Preparar o paciente candidato à cirurgia, bem como sua família, visando o sucesso do transplante renal.
- Pós-transplante: Nesta etapa, a equipe trabalhar a aderência do paciente ao tratamento e atua na prevenção de complicações, visando a manutenção do enxerto renal funcionante e, conseqüentemente, uma melhor qualidade de vida.
domingo, 28 de março de 2010
Lançada máquina portátil para hemodiálise
Uma nova máquina pode ajudar a mudar a vida das pessoas que tiveram problemas nos rins e precisam passar pelo martírio da hemodiálise. Isto complica e muito a chance de uma vida normal, trabalho, estudo e viajens, dentre outras atividades. Mas a situação pode mudar com uma máquina de hemodiálise portátil que já está em uso nos EUA. Profissionais da área médica do país iniciaram um movimento para levar a tecnologia a mais lares norte-americanos. Além de permitir que os pacientes tenham o conforto de realizar a sessão dentro da própria casa, ele pode ser utilizado todos os dias. Isso, acreditam alguns médicos, seria benéfico à saúde do paciente e poderia ajudar a diminuir o grande número de pessoas que morrem devido às complicações resultantes da falência dos rins.
A melhora da qualidade de vida dos pacientes poderia ser benéfica também aos cofres públicos dos EUA. Cerca de 400 mil pessoas sofrem com problemas renais no país, e o uso do equipamento portátil economizaria cerca de US$ 10 mil a US$ 20 mil por ano em custos por paciente. Até agora, a FDA (Food and Drug Administration), órgão que controla os produtos da área da alimentação e da saúde nos EUA, já aprovou dois modelos de máquinas portáteis de hemodiálise. A maior pesa 136 quilos, sendo apropriada para ficar em casa. A menor e com menos recursos pesa 31 quilos, mas possui a vantagem de poder ser transportada sem grandes problemas.
A melhora da qualidade de vida dos pacientes poderia ser benéfica também aos cofres públicos dos EUA. Cerca de 400 mil pessoas sofrem com problemas renais no país, e o uso do equipamento portátil economizaria cerca de US$ 10 mil a US$ 20 mil por ano em custos por paciente. Até agora, a FDA (Food and Drug Administration), órgão que controla os produtos da área da alimentação e da saúde nos EUA, já aprovou dois modelos de máquinas portáteis de hemodiálise. A maior pesa 136 quilos, sendo apropriada para ficar em casa. A menor e com menos recursos pesa 31 quilos, mas possui a vantagem de poder ser transportada sem grandes problemas.
Brasil enviará helicópteros, hospital de campanha e equipamento de diálise ao Chile
O governo brasileiro enviará ao Chile, o mais rápido possível, dois helicópteros da Força Aérea Brasileira (FAB), tipo H 60. Nos próximos dias, também serão enviados àquele país equipamentos de diálise e um hospital de campanha da Marinha, cujo transporte será feito através de aeronaves da FAB.
Essas ações atendem às demandas do Chile, segundo informação divulgada há pouco pela assessoria de imprensa do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), que coordena as ações do Gabinete de Crise do Governo Federal, que trata de assuntos ligados ao apoio às vítimas do terremoto ocorrido no Chile.
O grupo se reuniu na tarde de hoje e participaram do encontro representantes dos Ministérios das Relações Exteriores, da Defesa, da Integração Nacional, da Saúde, da Justiça, da Advocacia Geral da União, da Secretaria de Comunicação Social e dos comandos da Marinha do Brasil, do Exército Brasileiro e da FAB.
Segundo nota divulgada após o encontro, a eventual retirada de brasileiros do Chile ocorrerá com o aproveitamento do retorno das aeronaves da FAB que levarem carga para aquele país.
Essas ações atendem às demandas do Chile, segundo informação divulgada há pouco pela assessoria de imprensa do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), que coordena as ações do Gabinete de Crise do Governo Federal, que trata de assuntos ligados ao apoio às vítimas do terremoto ocorrido no Chile.
O grupo se reuniu na tarde de hoje e participaram do encontro representantes dos Ministérios das Relações Exteriores, da Defesa, da Integração Nacional, da Saúde, da Justiça, da Advocacia Geral da União, da Secretaria de Comunicação Social e dos comandos da Marinha do Brasil, do Exército Brasileiro e da FAB.
Segundo nota divulgada após o encontro, a eventual retirada de brasileiros do Chile ocorrerá com o aproveitamento do retorno das aeronaves da FAB que levarem carga para aquele país.
Colombo não possui leitos de UTI para emergências!!!
Todos os pacientes que que necessitam de atendimento de emergência precisam ser deslocados para a capital
Os moradores de Colombo, na região metropolitana de Curitiba, que necessitam de atendimento de emergência precisam ser deslocados para a capital. De acordo com o telejornal ParanáTV 1ª edição, o município de 250 mil habitantes não possui leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Só nos últimos três meses, cerca de 260 pacientes foram encaminhados pela central de leitos para Curitiba. O problema é que o Pronto Atendimento dos três principais hospitais da capital, Cajuru, Trabalhador e Evangélico, estão superlotados.
Em entrevista ao telejornal, Ivonne Busato, da secretaria municipal de saúde, disse que a maior dificuldade é enfrentada por pacientes cardíacos e neurológicos, que precisam de atendimento rápido. Duas vezes nos últimos cinco anos os médicos responsáveis pela Santa Casa de Colombo, tentaram autorização do governo do estado para implantar uma UTI com pelo menos quatro leitos.
A implantação não foi autorizada pela Vigilância Sanitária e pelo Corpo de Bombeiros porque o prédio é muito antigo. O hospital, construído há 35 anos, não teria infra-estrutura adequada para abrigar a UTI.
No ano passado um projeto para a construção de um novo hospital foi encaminhado ao Ministério da Saúde. A obra orçada em 4 milhões teria mais leitos e entre quatro a seis vagas de UTI. O projeto, porém, ainda não foi aprovado. Segundo a diretora financeira da Santa Casa, Daiane David, com a nova unidade de saúde o atendimento seria mais completo. “Todos os pacientes da cidade e de municípios vizinhos seriam atendidos no local”, afirma.
Os moradores de Colombo, na região metropolitana de Curitiba, que necessitam de atendimento de emergência precisam ser deslocados para a capital. De acordo com o telejornal ParanáTV 1ª edição, o município de 250 mil habitantes não possui leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Só nos últimos três meses, cerca de 260 pacientes foram encaminhados pela central de leitos para Curitiba. O problema é que o Pronto Atendimento dos três principais hospitais da capital, Cajuru, Trabalhador e Evangélico, estão superlotados.
Em entrevista ao telejornal, Ivonne Busato, da secretaria municipal de saúde, disse que a maior dificuldade é enfrentada por pacientes cardíacos e neurológicos, que precisam de atendimento rápido. Duas vezes nos últimos cinco anos os médicos responsáveis pela Santa Casa de Colombo, tentaram autorização do governo do estado para implantar uma UTI com pelo menos quatro leitos.
A implantação não foi autorizada pela Vigilância Sanitária e pelo Corpo de Bombeiros porque o prédio é muito antigo. O hospital, construído há 35 anos, não teria infra-estrutura adequada para abrigar a UTI.
No ano passado um projeto para a construção de um novo hospital foi encaminhado ao Ministério da Saúde. A obra orçada em 4 milhões teria mais leitos e entre quatro a seis vagas de UTI. O projeto, porém, ainda não foi aprovado. Segundo a diretora financeira da Santa Casa, Daiane David, com a nova unidade de saúde o atendimento seria mais completo. “Todos os pacientes da cidade e de municípios vizinhos seriam atendidos no local”, afirma.
Garantia de Direito a Saúde !!!
Garantia de Direito a Saúde
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), “saúde é um estado completo de bem-estar físico, mental e social e não apenas a ausência de doenças.”
Tem a seguinte definição no artigo 196 da Constituição Federal Brasileira: “a saúde é um direito de todos e dever do Estado, o que deve ser garantido através de políticas sociais e econômicas com o objetivo de diminuir o risco de doença ou outros agravos”.
Essas políticas dizem respeito à saúde, as ações que se destinam a garantir às pessoas e à coletividade condições de bem-estar físico, mental e social.
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), “saúde é um estado completo de bem-estar físico, mental e social e não apenas a ausência de doenças.”
Tem a seguinte definição no artigo 196 da Constituição Federal Brasileira: “a saúde é um direito de todos e dever do Estado, o que deve ser garantido através de políticas sociais e econômicas com o objetivo de diminuir o risco de doença ou outros agravos”.
Essas políticas dizem respeito à saúde, as ações que se destinam a garantir às pessoas e à coletividade condições de bem-estar físico, mental e social.
Os Pacientes Devem Conhecer o SUS
A saúde no Brasil é direito de todos e dever do Estado. Mais que isso, a saúde é item de relevância pública, o que assegura a participação do Ministério Público na fiscalização do cumprimento das leis.
O SUS é um sistema porque é formado por várias instituições dos três níveis de governo (União, Estados e Municípios) e pelo setor privado, com o qual são feitos contratos e convênios para a realização de serviços e ações, como se fosse um mesmo corpo. Assim, o serviço privado (um hospital, por exemplo), quando é contratado pelo SUS, deve atuar como se fosse público
O SUS é um sistema porque é formado por várias instituições dos três níveis de governo (União, Estados e Municípios) e pelo setor privado, com o qual são feitos contratos e convênios para a realização de serviços e ações, como se fosse um mesmo corpo. Assim, o serviço privado (um hospital, por exemplo), quando é contratado pelo SUS, deve atuar como se fosse público
Transplante Peemptivo
Transplante Peemptivo
A maioria dos pacientes portadores de IRC terminal realiza alguma modalidade dialítica antes de ser submetido ao transplante renal. O Transplante preemptivo é aquele realizado em pacientes que não foram submetidos ao tratamento dialítico crônico previamente. O tempo em diálise tem sido considerado um dos principais fatores de risco relacionados a pior sobrevida do enxerto.
A maioria dos pacientes portadores de IRC terminal realiza alguma modalidade dialítica antes de ser submetido ao transplante renal. O Transplante preemptivo é aquele realizado em pacientes que não foram submetidos ao tratamento dialítico crônico previamente. O tempo em diálise tem sido considerado um dos principais fatores de risco relacionados a pior sobrevida do enxerto.
Vantagens do Transplante Peemptivo
- Entre as vantagens relacionadas ao transplante preemptivo destacam-se:
- Melhor sobrevida do enxerto;
- Menor índice de doenças cardiovasculares;
- Menor índice de doenças óssea, (normalmente associadas ao tratamento dialítico crônico);
- Menor custo..
- Entre as vantagens relacionadas ao transplante preemptivo destacam-se:
- Melhor sobrevida do enxerto;
- Menor índice de doenças cardiovasculares;
- Menor índice de doenças óssea, (normalmente associadas ao tratamento dialítico crônico);
- Menor custo..
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