quarta-feira, 21 de março de 2012
sábado, 3 de março de 2012
ANTES DE VOTAR, CONHEÇA SEU CANDIDATO!!!
DENISE GIFFORN CAMARGO IMPIEDOSA!!!
Nesse momento importante onde estão aparecendo vários candidatos a vereadores, quero deixar aqui registrado uma situação que ocorreu com a nossa ex-primeira dama DENISE GIFFHORN CAMARGO atual Secretária de Ação Social e Trabalho de Colombo.
Em meados do ano de 2007 o prefeito J. Camargo nos cedeu um espaço para a nossa ASSOCIAÇÃO PARCEIROS DO RIM onde funcionava também o Centro de Convivência Rio Verde, na Rua Madagascar nº 257, no bairro Rio Verde. Por 2 anos fizemos um trabalho maravilhoso junto aos pacientes renais e o grupo de idosos. Fizemos vários eventos no local, como almoços, bingos, festas onde recebemos várias visitas de outras associações de pacientes renais várias partes do país.
Tudo ia maravilhosamente bem, quando em novembro de 2008, recebemos uma CARTA DE DESPEJO da então Secretária de Ação Social e Trabalho, DENISE CAMARGO nos dando 15 dias de prazo para deixarmos o local. Dissemos que não teríamos para onde ir, mas mesmo assim ela não teve dó e nem piedade, pois disse que precisava do local imediatamente para outros fins.
Procuramos o prefeito JOTA CAMARGO pois como tinha sido ele que nos cedeu o local, com certeza nos arrumaria outro local para associação continuar o trabalho. Quando o procuramos ele nos disse que não poderia intervir pois tinha sido uma decisão de sua esposa.
Então, procuramos o vereador WALDIRLEI BUENO que imediatamente nos enviou para falar com a Deputada Estadual BETI PAVIN que nos ofereceu ajuda do seu departamento jurídico, e nos ajudou com uma verba para a locação do novo imóvel. Foi então que a advogada nos instruiu que não precisávamos deixar aquele local em 15 dias, pois a lei nos garantia isso.
Permanecemos no local por mais 06 meses, até que encontramos outro imóvel na Rua São Pedro nº 1148 onde permanecemos por 02 anos e 6 meses, sem nenhuma ajuda financeira da atual administração. Recebemos sim, apenas promessas. Ao chegar dezembro de 2011 tivemos que deixar o imóvel já que o proprietário do mesmo decidiu aumentar o valor do aluguel, decidimos então mudar para a rua Maringá nº 690, no Guaraituba. Várias vezes fomos até o prefeito JOTA CAMARGO, e pedimos apoio, ele nos prometeu ajuda financeira que nunca chegou até nós, em uma das vezes ele nos pediu que fizéssemos um OFICIO, e protocolássemos no setor de cadastro. Fizemos da maneira que ele nos pediu, e estamos até a data de hoje aguardando a referida ajuda que ele nos prometeu.
Então quando soube que DENISE GIFFHORN CAMARGO seria candidata a VEREADORA, resolvemos contar para vocês tudo isso que aconteceu.
VOCÊ VOTARIA EM UMA MULHER QUE DESPEJOU UMA ASSOCIAÇÃO QUE FOI CRIADA PARA DAR ASSISTÊNCIA AOS PACIENTES RENAIS DE COLOMBO?
SE DESPEJOU UMA ASSOCIAÇÃO SEM DÓ E NEM PIEDADE O QUE FARÁ COM O POVO SE FOR ELEITA A VEREADORA???
NOVO MEDICAMENTO PARA PACIENTES EM HEMODIÁLISE!!!
“O paciente que sofre de doença renal crônica tem grandes chances de evoluir, ao longo dos anos, para o HTPS, uma doença grave e sem cura, que ocorre quando há um desequilíbrio no metabolismo ósseo e mineral do organismo, decorrente de vários fatores, como tempo de doença renal, o controle inadequado de alterações que a falta dor rins acarreta, o acúmulo de fósforo, a baixa de cálcio e a deficiência de vitamina D, explica o dr. Aluízio Carvalho, nefrologista da UNIFESP – Universidade Federal de São Paulo.
De acordo com a Sociedade Brasileira de Nefrologia (SNB), mais de 77 mil pacientes fazem diálise no País e cerca de 27 mil novos casos de insuficiência renal crônica são registrados a cada ano - números que colocam a doença como um dos mais importantes problemas de saúde pública no Brasil. A grande preocupação é que 50% destes pacientes acabam morrendo em um período de até cinco anos, a partir do início da diálise, por problemas cardiovasculares decorrentes do HPTS, doença grave e progressiva que ocasiona a calcificação de órgãos, tecidos e vasos sanguíneos.
Segundo o especialista, mesmo fazendo a diálise, responsável pela função mecânica dos rins, os pacientes não conseguem controlar os níveis do hormônio PTH (paratormônio), cálcio e fósforo, presentes no sangue. “O descontrole contínuo destes parâmetros tem como consequência o desenvolvimento de outras doenças, como o HPTS”, destaca o médico.
Mimpara, cuja comercialização no Brasil está prevista para começar até o final deste ano, é o único medicamento capaz de controlar simultaneamente todos os fatores bioquímicos (PTH, Ca, P e Ca x P) que regulam o metabolismo ósseo e mineral, evitando o desenvolvimento de complicações que comprometem o sistema cardiovascular nos pacientes renais crônicos em diálise.
A pesquisa de desenvolvimento e elaboração de Mimpara foi realizada nos Estados Unidos pelo Laboratório Amgen Inc. Trata-se de um medicamento desenvolvido a partir da clonagem do receptor sensível ao cálcio da paratireóide (CaR), para o controle do HPTS.
Benefícios para os pacientes
O ganho em qualidade de vida para os pacientes renais crônicos em diálise é o principal benefício proporcionado pelo novo medicamento. Mimpara diminui as dores ósseas, os índices de calcificação de vasos e artérias, reduzindo, assim, o risco de mortalidade por doença cardiovascular. Além disso, o tratamento com Mimpara também promove a regressão da deformidade de tecidos, reduz o risco de fraturas, internações hospitalares e cirurgias de paratireóide. Por ser administrado via oral (um comprimido por dia), também facilita a adesão ao tratamento. O paciente pode usar Mimpara independentemente do tipo de terapia adotada para tratar a doença renal crônica.
O ganho em qualidade de vida para os pacientes renais crônicos em diálise é o principal benefício proporcionado pelo novo medicamento. Mimpara diminui as dores ósseas, os índices de calcificação de vasos e artérias, reduzindo, assim, o risco de mortalidade por doença cardiovascular. Além disso, o tratamento com Mimpara também promove a regressão da deformidade de tecidos, reduz o risco de fraturas, internações hospitalares e cirurgias de paratireóide. Por ser administrado via oral (um comprimido por dia), também facilita a adesão ao tratamento. O paciente pode usar Mimpara independentemente do tipo de terapia adotada para tratar a doença renal crônica.
Mimpara já foi aprovado pela principal agência reguladora de medicamentos na Europa, EMEA (European Medicines Agency), nos Estados Unidos, pelo FDA (Food and Drug Administration), e no Brasil, pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).
Diversos estudos clínicos realizados comprovaram a eficácia clínica e a segurança do uso do produto. O alcance do nível sérico, alvo de PTH, ocorreu em mais de 50% dos pacientes que utilizaram cloridrato de cinacalcete, em comparação ao grupo que recebeu somente o tratamento-padrão.
Aqui no Paraná a Parceiros do Rim, vai ingressar com uma AÇÃO CIVIL PÚBLICA, para que o estado forneça esse novo medicamento para todos os pacientes que estiverem dentro do protocolo de uso. O PTH deve estar acima de 300 e o cálcio acima de 8.5.
CONVERSE COM SEU MEDICO...SOBRE ESSE NOVO MEDICAMENTO e se você precisar damos toda assessoria na montagem do processo para dar entrada na FARMÁCIA ESPECIAL DO ESTADO DO PARANÁ.
Nosso contato: (41) 3606-3155 // 8453-1336 // 9839-4780
Aqui no Paraná a Parceiros do Rim, vai ingressar com uma AÇÃO CIVIL PÚBLICA, para que o estado forneça esse novo medicamento para todos os pacientes que estiverem dentro do protocolo de uso. O PTH deve estar acima de 300 e o cálcio acima de 8.5.
CONVERSE COM SEU MEDICO...SOBRE ESSE NOVO MEDICAMENTO e se você precisar damos toda assessoria na montagem do processo para dar entrada na FARMÁCIA ESPECIAL DO ESTADO DO PARANÁ.
Nosso contato: (41) 3606-3155 // 8453-1336 // 9839-4780
PARCEIROS DO RIM - PARTICIPA DO MOVIMENTO - MORALIZAÇÃO NA POLITICA DE COLOMBO
MORALIZAÇÃO NA POLITICA DE COLOMBO!!!
Boa tarde amigos do município de Colombo. Eu como presidente da ONG PARCEIROS DO RIM - ASSOCIAÇÃO DE PACIENTES RENAIS DO PARANÁ, não poderia ficar de fora desse momento importante que atravessamos em nossa cidade.
Onde a Santa Casa de Colombo foi fechada pelo CRM - Conselho Regional de Medicina por estar em condições precárias. Nossas Unidade de Saúde com dificuldades de funcionar pelo numero reduzido de médicos. Várias denuncias de mau tratos em nossa Maternidade do Alto Maracanã. O P.A do Alto Maracanã com cadeiras quebradas, denuncias de óbitos ocorrido no local por mau atendimento.
Uma cidade que esta chegando a 250.000 habitantes ainda não tem um Hospital com UTI. Hoje temos mais de 70 pacientes em tratamento de hemodiálise que precisam se deslocar para Curitiba ou Campina Grande do Sul. Isso é uma vergonha, falta de vontade politica de nosso prefeito e de seus vereadores.
EU COMO PRESIDENTE NÃO QUERIA PARTICIPAR DE NENHUM MOVIMENTO POLITICO, MAS INFELIZMENTE TEMOS QUE PARTICIPAR PORQUE ALGUMAS PESSOAS QUE ESTÃO NO PODER ESTÃO APENAS PREOCUPADOS EM AUMENTAR SEU PATRIMÔNIO
Então eu apoio o movimento; MORALIZAÇÃO NA POLITICA DE COLOMBO!!!
Boa tarde amigos do município de Colombo. Eu como presidente da ONG PARCEIROS DO RIM - ASSOCIAÇÃO DE PACIENTES RENAIS DO PARANÁ, não poderia ficar de fora desse momento importante que atravessamos em nossa cidade.
Onde a Santa Casa de Colombo foi fechada pelo CRM - Conselho Regional de Medicina por estar em condições precárias. Nossas Unidade de Saúde com dificuldades de funcionar pelo numero reduzido de médicos. Várias denuncias de mau tratos em nossa Maternidade do Alto Maracanã. O P.A do Alto Maracanã com cadeiras quebradas, denuncias de óbitos ocorrido no local por mau atendimento.
Uma cidade que esta chegando a 250.000 habitantes ainda não tem um Hospital com UTI. Hoje temos mais de 70 pacientes em tratamento de hemodiálise que precisam se deslocar para Curitiba ou Campina Grande do Sul. Isso é uma vergonha, falta de vontade politica de nosso prefeito e de seus vereadores.
EU COMO PRESIDENTE NÃO QUERIA PARTICIPAR DE NENHUM MOVIMENTO POLITICO, MAS INFELIZMENTE TEMOS QUE PARTICIPAR PORQUE ALGUMAS PESSOAS QUE ESTÃO NO PODER ESTÃO APENAS PREOCUPADOS EM AUMENTAR SEU PATRIMÔNIO
Então eu apoio o movimento; MORALIZAÇÃO NA POLITICA DE COLOMBO!!!
domingo, 23 de outubro de 2011
DOENÇA ÓSSEA!!!
NOVO MEDICAMENTO
“O paciente que sofre de doença renal crônica tem grandes chances de evoluir, ao longo dos anos, para o HTPS, uma doença grave e sem cura, que ocorre quando há um desequilíbrio no metabolismo ósseo e mineral do organismo, decorrente de vários fatores, como tempo de doença renal, o controle inadequado de alterações que a falta dor rins acarreta, o acúmulo de fósforo, a baixa de cálcio e a deficiência de vitamina D, explica o dr. Aluízio Carvalho, nefrologista da UNIFESP – Universidade Federal de São Paulo.
De acordo com a Sociedade Brasileira de Nefrologia (SNB), mais de 77 mil pacientes fazem diálise no País e cerca de 27 mil novos casos de insuficiência renal crônica são registrados a cada ano - números que colocam a doença como um dos mais importantes problemas de saúde pública no Brasil. A grande preocupação é que 50% destes pacientes acabam morrendo em um período de até cinco anos, a partir do início da diálise, por problemas cardiovasculares decorrentes do HPTS, doença grave e progressiva que ocasiona a calcificação de órgãos, tecidos e vasos sanguíneos.
Segundo o especialista, mesmo fazendo a diálise, responsável pela função mecânica dos rins, os pacientes não conseguem controlar os níveis do hormônio PTH (paratormônio), cálcio e fósforo, presentes no sangue. “O descontrole contínuo destes parâmetros tem como consequência o desenvolvimento de outras doenças, como o HPTS”, destaca o médico.
Mimpara, cuja comercialização no Brasil está prevista para começar até o final deste ano, é o único medicamento capaz de controlar simultaneamente todos os fatores bioquímicos (PTH, Ca, P e Ca x P) que regulam o metabolismo ósseo e mineral, evitando o desenvolvimento de complicações que comprometem o sistema cardiovascular nos pacientes renais crônicos em diálise.
A pesquisa de desenvolvimento e elaboração de Mimpara foi realizada nos Estados Unidos pelo Laboratório Amgen Inc. Trata-se de um medicamento desenvolvido a partir da clonagem do receptor sensível ao cálcio da paratireóide (CaR), para o controle do HPTS.
Benefícios para os pacientes
O ganho em qualidade de vida para os pacientes renais crônicos em diálise é o principal benefício proporcionado pelo novo medicamento. Mimpara diminui as dores ósseas, os índices de calcificação de vasos e artérias, reduzindo, assim, o risco de mortalidade por doença cardiovascular. Além disso, o tratamento com Mimpara também promove a regressão da deformidade de tecidos, reduz o risco de fraturas, internações hospitalares e cirurgias de paratireóide. Por ser administrado via oral (um comprimido por dia), também facilita a adesão ao tratamento. O paciente pode usar Mimpara independentemente do tipo de terapia adotada para tratar a doença renal crônica.
Mimpara já foi aprovado pela principal agência reguladora de medicamentos na Europa, EMEA (European Medicines Agency), nos Estados Unidos, pelo FDA (Food and Drug Administration), e no Brasil, pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).
Diversos estudos clínicos realizados comprovaram a eficácia clínica e a segurança do uso do produto. O alcance do nível sérico, alvo de PTH, ocorreu em mais de 50% dos pacientes que utilizaram cloridrato de cinacalcete, em comparação ao grupo que recebeu somente o tratamento-padrão.
CONVERSE COM SEU MEDICO...SOBRE ESSE NOVO MEDICAMENTO!!!
CONVERSE COM SEU MEDICO...SOBRE ESSE NOVO MEDICAMENTO!!!
terça-feira, 18 de outubro de 2011
Bombeiro voluntário teve a vida salva pela doação
Acostumado a ajudar pessoas, Sedimar Nunes realizou o transplante renal por meio de um gesto de solidariedade.
Sedimar Nunes, 22 anos, está acostumado a salvar vidas como bombeiro voluntário em Lebon Régis (SC). Há cinco anos na corporação, atuou em resgates de acidentes, enfermidades e incêndios. Mas Sedimar não imaginava que um dia seria salvo por um gesto anônimo de amor e doação.
Há cerca de dois anos, começou a sentir inchaço nas pernas e enjoos. Quando recebeu o dignóstico de glomerulonefrite, já havia perdido a função renal e teve que iniciar o tratamento de hemodiálise em Curitibanos (SC). Foi lá que Sedimar ouviu sobre a Fundação Pró-Rim e sobre a possibilidade do transplante renal. “Fiz todos os exames, mas entrei na lista meio sem fé, pois achava que demoraria muito”, lembra.
Ao contrário do que pensava, Sedimar foi chamado para o transplante após apenas três meses de espera. “Era bem noite quando recebi a ligação informando que havia um rim de um doador falecido compatível. Cheguei a Joinville na própria ambulância em que trabalhava, trazido por meus colegas. Só que, desta vez, como paciente e não como bombeiro”, conta.
Após o transplante
Hoje, um ano após o transplante, Sedimar realiza consultas na Pró-Rim a cada dois meses e trabalha ativamente no Corpo de Bombeiros de Lebon Régis. “A vontade de ajudar as pessoas ultrapassa os limites físicos. Mas me cuido bastante e sigo todas as orientações médicas”, destaca.
Quando se depara com pessoas em situações de salvamento, Sedimar costuma contar sua história como forma de estímulo e exemplo. “Na hemodiálise, convivi com pacientes que não faziam a cirurgia por medo. Realmente é preciso coragem, mas vale muito a pena. Eu não imaginava como minha vida seria melhor após o transplante”, conclui.
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